O governo e integrantes da base avançaram nas negociações
nos últimos dias para anunciar um pacote consensual de medidas econômicas que
acomodará a criação do imposto digital defendido por Paulo Guedes, além das
discussões da reforma tributária e do pacto federativo.
Nos últimos dias, os líderes do governo negociaram uma forma
de conseguir incluir no movimento o apoio de Rodrigo Maia, que deseja aprovar a
nova estrutura tributária do país ainda em sua gestão, mas se mostra resistente
ao debate do novo imposto.
A forma de integrar Maia nas discussões viria a partir de um
conjunto de medidas compensatórias ao setor produtivo como desonerações e
medidas ainda em discussão sobre cobranças no andar de cima da pirâmide.
Para evitar que a negociação vazasse antes de sua conclusão,
Guedes manteve o tema no seu círculo mais próximo de técnicos e entre os
líderes da base aliada no Parlamento. A novidade na discussão é que o
presidente Jair Bolsonaro teria sido convencido de que só a criação do novo
imposto será possível encontrar espaço orçamentário para medidas sociais, como
o Renda Brasil.
Setor público consumiu R$ 931,9 bi em dois meses, mostra Gasto Brasil
O que o Fisco sabe sobre as transações bancárias das empresas?
ACSP: Vendas do varejo da cidade de SP devem crescer 8,5% no Carnaval
Governos consumiram R$ 500 bilhões em janeiro, aponta Gasto Brasil
Arrecadação federal soma R$ 2,887 trilhões em 2025
CLT ou PJ? O impacto da reforma tributária nas contratações
Jabuti de 2026: governo transforma Lucro Presumido em benefício fiscal
Varejo de SP poderá recolher o ICMS de dezembro em duas parcelas
CBS/IBS: irmãos gêmeos de pais separados. Entenda os conflitos futuros
Impostômetro vai fechar 2025 registrando R$ 3,98 trilhões, diz ACSP