Nesta quinta-feira (19) aconteceu o Congresso Brasileiro de Previdência Privada e durante o evento o ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a defender o fim do imposto sobre a folha de pagamentos.
"Precisávamos remover esse imposto sobre folha de pagamentos, que é um desastre", afirmou durante Congresso Brasileiro de Previdência Privada, nesta quinta-feira (19).
Para ele, a maior vulnerabilidade dos trabalhadores informais do país durante a pandemia só serviu para convencer ainda mais o governo da necessidade da desoneração da folha de pagamentos. "(Esse imposto) colocou 40 milhões de brasileiros nas ruas, fora do mercado formal", observou.
O governo já acenou sendo favorável a desonerar a folha de pagamentos para estimular a criação de empregos no país por diversas vezes, mas ainda há um desentendimento sobre a base de financiamento para isso.
Segundo a equipe econômica, a ideia é que desoneração seja financiada por meio de um novo imposto sobre transações digitais.
A ideia vem sendo criticada tanto pelo Legislativo como pelo mercado financeiro, isso porque, ainda que ainda sem detalhes, o novo tributo lembra a antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Por conta das críticas, o ministro Guedes já chegou a falar que o novo imposto estaria "morto".
Ainda assim, Guedes segue defendendo a desoneração da folha, que, de acordo com ele, só é possível pelo financiamento de um novo tributo.
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